Diaconos com Tomate

Uma salada (bem portuguesa) de teorias, ironias, reflexões e indignações...com muito humor à mistura...

11/11/2007

Vida Academica

Venho hoje falar-vos de uma nova realidade que o meu ser intimo, único e extremamente...qualquer-coisa-que-agora-não-consegui-arranjar...tem presenciado desde Outubro.
Foi nesse solarengo mês que se deu a minha iniciação numa sociedade semi-secreta denominada "Vida Académica".

Ora, segundo esta sociedade de códigos rígidos sou um "Caloiro".

E o que é um "Caloiro"?

Em termos gerais...alguém com um ou dois direitos, entre os quais o direito a ser praxado e o direito a ter Padrinhos (muito úteis para os apontamentos) e inúmeros deveres, incluindo executar diversas saudações aos diferentes graus hierárquicos através de uma serie de movimentos de elevada complexidade psico-motora.
Na hierarquia académica, situa-se abaixo do Pastrano (duas matriculas no mesmo curso) e acima do "bicho" (recém chegado com uma matricula e sem baptismo), "bicho" esse que é visto como um...bicho...ou seja, algo muito chato, viscoso, que deve ser esmagado quando acharmos que está a melgar demasiado.

Enfim, como "bichos" somos inseridos em diversas actividades que visam a domesticação e promoção no dia do baptismo para "caloiros". Entre essas actividades extremamente enriquecedoras constam canções diversas (que abordam temas que vão desde o sexo e o curso, ao sexo apenas, culminando numa "lata amarela" bastante soft para os padrões académicos), jogos extremamente educativos (para o bicho) e rituais que visam o espírito de grupo, o respeito pelo superior e principalmente...a diversão de pastranos e doutores e quartanistas e veteranos e etc.

(neste momento uma dúvida deve estar a matracar-lhe nessa cabecinha....isto se ainda está a ler o texto)

MAS SEMI-SECRETA PORQUÊ?

Sim, como é que gajos(as) que têm como desporto favorito beber minis e ir a concertos (geralmente...dos Xutos), praxar os gajos q estão na mó de baixo, perdidos numa cidade que não conhecem, sem amigos nem conhecidos, deitados no chão a gritar "AI MÃEZINHA" enquanto esperneiam violentamente a mando dos próprios, conseguem passar despercebidos numa sociedade "secreta"???

Aí está...não conseguem...daí o prefixo "semi" que quer dizer "quase" ou "metade" na língua de Camões...mas há uns...espécimes raros e altamente respeitados denominados "veteraníssimos", seres de tão rara beleza e dedicação a esta sociedade que trocam o seu futuro por este cargo de altíssima conotação social!!! São tão raros que o simples caloiro apenas lhe conhece o nome e em raros casos, as lendas que fizeram deles o ex-libris desta sociedade.

Diz-se destes "Papas" da sociedade académica, que são portadores de magia e poder tais que podem, caso queiram, proteger dos seus subordinados convencidos a assistência de uma aula teórica....ou seja, mais de 160 alunos de um só curso...e os professores da cadeira!

Quais unicórnios, quem priva com eles, ou ainda melhor, quem os tem como familiar, padrinho, madrinha, ou simplesmente bom-amigo, torna-se automaticamente, caloiro (ou qualquer outro grau) de alta importância e respeito nesta sociedade.

Para terminar deixo-vos um conselho...se puderem, sejam "bichos", subam a Caloiros, aprendam como Pastranos, praxem como Doutores, praxem ainda mais como Quartanistas e quando forem Veteranos...praxem quem praxar os Caloiros...só têm esta oportunidade para viver o espírito académico...depois já não tem piada!

9/23/2006

Intervalo para publicidade...ou intervalo para programação?

Dois dos melhores clips publicitários que tenho visto nos últimos tempos...





...é pena que não tenham sido aprovados (não percebo porquê)...em vez disso temos publicidade de comparação directa, avozinhas a vender o mesmo detergente desde 1773, o senhor do calcário e a célebre frase "E agora? Fico com a máquina estragada e a cozinha alagada!"...
Ah! E o gajo de smoking que tem a mania que o algodão não engana...

Enfim...10 minutos de programção, 15 de publicidade...acho que sim...isto é que são televisões generalistas...

Agora...vocês decidem...intervalo para compromissos publicitários ou intervalo para compormissos programados?

8/19/2006

Sabedoria popular?

Passeava o grande Manel, borrachão iluminado, pela noite fria de Outono quando ao longe reparou numa “mini” empoleirada no muro do ribeiro. Que nem “gato a bofe”, atira-se na sua direcção, pois como ele diz “não há duas sem três” e a que tinha na mão…já era a segunda (não da noite, mas da hora)!
Tropeçando nos atacadores, agarrando-se ao ar nocturno, tombou ele a “mini” do muro, e de seguida, vazou a “mini” da mão…
Ao longe ouviu o Zé da Tasca armado em tanso: “Quem tudo quer tudo perde!”, mas Manel, sábio das orelhas, arrepiou o bigode e dando voz ao etanol arrebimbou-lhe logo com um: “Quem não arrisca não petisca oh palhaço!!!”

Pois é…este pequeno conto para dizer o quê? Que a sabedoria popular é uma treta! Mas uma treta que tem como propósito alegrar o pessoal em dias turvos (quem sabe no dia a seguir à noite de “vinha d’alho”).

Toda a gente já reparou que para cada provérbio, há outro que o contradiz…é sempre assim…não há volta a dar…

Olha o exemplo do nosso amigo Manel e do grande Zé da Tasca…

Mais, há outros que não fazem sentido nenhum…quem no seu perfeito juízo prefere ter um pássaro na mão do que dois a voar? Um pássaro na mão é bicho para dar uma bicada ou duas e mesmo quem sabe dar liberdade ao seu fluxo intestinal…ora, com isto da gripe das aves ainda um gajo se constipa…

Ah! E se estiverem dois pássaros a voar…sempre é mais fácil para caçar do que se só estiver um…digo eu que me dedico à pesca…

Mas para além dos provérbios, há também as expressões tipicamente tugas:
“isto ‘tá aqui ‘tá a rebentar”…quer dizer…inventarem isto lá para os lados do médio oriente…ainda vá que não vá…agora…em Portugal?
E que dizer do “enquanto o Diabo esfrega um olho”, isso é o quê? 2 segundos, meia hora? É que se for um cisco dos grandes é capaz de ser demorado…
Olha, uma vizinha minha também lhe entrou uma coisa para o olho e passado 9 meses teve um rapaz…será caso para dizer “enquanto a vizinha esfrega um olho”? É que não me parece que o marido vá acreditar nisso quando o puto vier meio “bronzeado”…

Ah, e o outro quando diz: « Mas que grande "Chico Esperto" armado em carapau de corrida...», outra expressão que não faz sentido nenhum…primeiro nem todos os Chicos são espertos (tirando o Balsemão que felizmente nem tem problemas em pagar um cafezito aos amigos) e depois (e deixem-me usar esta magnífica ferramenta chamada [Caps Lock] muito útil para demonstrar desagrado):

QUEM RAIO É QUE FAZ CORRIDAS DE CARAPAUS???

É que para alguém se armar (outra…armar sem armas…sinceramente) em carapau de corrida tem que haver quem faça corridas de carapaus…o que não deve ser muito emotivo…claro que quem disser destas coisas está sujeito a um “ Ai que já me está a chegar a mostarda ao nariz”…outra expressão tipicamente portuguesa, não imagino um “franciú” empolgar um “Oh la la, déjà m'est en train d'arriver moutarde au nez” (já é dificil ver um francês a fazer ameaças…então a dizer destas coisas...só o Obélix...e não era mostarda...era javalis)

Mas bem já demonstrei onde queria chegar…não confiem nesses ditados tolos e evitem coisas em público como “oh meu amigo, é já aqui preto no branco”…imaginem só…preto…no branco…logo ali...no mínimo, escandaloso…

P.S: E depois ainda me vem o Camões dizer que “amor é fogo que arde sem se ver”…com a quantidade de incêndios florestais que lavram pelo país…ou anda muito amor no ar, ou Portugal é mesmo um país latino…CALIENTE, OLÉ!!!!

Mas que raio se passa com esta juventude, hein???

Desculpem o título, mas realmente: que raio se passa com esta juventude???

Estava eu sentadinho num alegre jantar em família (escusam de perguntar porque não vos vou dizer que estava numa marisqueira), quando um rapazito dos seus 5 anos, que há muito rondava a mesa, pára mesmo ao meu lado e ergue triunfante um singelo livro ao mesmo tempo que exclama: NODDY!!!

É que, se ainda ninguém reparou, os putos andam todos malucos por um gajo de calções azuis, camisola vermelha e carro amarelo! Pois, carro amarelo! Será que já se esqueceram do que aconteceu à última pessoa que apareceu de casaco vermelho na televisão? Ah pois, tribunal com ele num processo que se arrasta há uns anitos! E aquele nariz vermelho? Álcool, claro indicio de álcool…e se o nariz não chegar…já se questionaram porque é que ele está sempre a rir? Drogas…muitas drogas…ainda querem que os vossos filhos sigam o exemplo deste “simpático moço”?

Mais! Além do Noddy (“com o guizo nos cornos a tocar” como canta o saudoso Jaimão) é a “Floribela” e os “Moranguitos”…mas que raio? Florezinhas e sobremesas? Onde está a Rua Sésamo da minha infância??? Os Onda Choque??? O avô cantigas??? A Bota Botilde e os Jogos Sem Fronteiras meus amigos??! É isto que vai endireitar o meu país quando eu já estiver na reforma (pelo andar da carruagem daqui a 80 e poucos anos)?

Vá lá, crianças inocentes sim, educação para atrasados mentais não!!! (vejam um só episódio das famosas “Pistas da Blu” só para terem uma ideia daquilo a que eu me refiro)

As crianças estão cada vez menos ingénuas e mais conscientes do que as rodeia…tenham isso em mente…

portem-se bem ;)

8/03/2006

O Milagres Dos Mexilhões

Portugal é um grande país, se não grande em terra, grande em mar - temos uma imensa linha costeira que economicamente é (ou devia ser) uma mina de ouro.

Ora, estava eu atento a observar as alegres veraneantes que se passeavam pelas quentes areias de uma praia lusitana…não comecem, é tudo uma questão de civismo…nunca se sabe quando uma jovem sueca se ressente do pouco habitual calor da época e lhe dá um fainico que a leva a desmaiar do alto dos seus verdes olhos… (ora, habilitado a prestar socorro pela CVP, não posso deixar que uma turista regresse ao seu país com má impressão do socorrismo português, bolas!)

Mas estava eu nesse cumprimento do dever quando à minha frente um verdadeiro milagre aconteceu!

Passo a explicar:

Do meu posto avistei uma pequena família, ar tipicamente português (lancheira de 30 litros, 2 guarda-sois, 3 bolas de futebol, rádio a pilhas, churrasqueira e balde de tremoços)...mas com certos “tiques”, expressões pautadas por uma vã tentativa de parecer “superior” e “distinto”...
Recorri à memória e lembrei-me imediatamente…emigrantes! Mas não daqueles emigrantes que abandonaram famílias em busca de melhor sustento, não! Falo de uma pequena percentagem dos filhos desses dignos exemplos que posteriormente se estabeleceram em França e que à viva força querem ser “franceses” (não me censurem, nunca gostei desse povo).

Logo a seguir a se estabeleceram no local (a cerca de 5cm da toalha mais próxima) deslocam-se até ao mar acompanhados pelo suave “Oh mon Dieu, que jolie matin”…é então que, vindo do nada, o milagre acontece: à medida que o pé efectua um singular movimento de vai-vem em contacto com a cristalina água atlântica, o fluente francês transfigura-se e uma “jolie matin” dá lugar a um “f**a-se que esta m*rda tá fria!”

Como lagarta em borboleta, um “champenhi” é purificado, regressando às suas origens!

E o que é que eu pensei logo:

- Bem, está aqui um negócio, upa upa! Se há quem pague 500€ por uma sessão naquelas igrejas brasileiras (sim, aquelas do «sai êspíritu demoníacô!») por que não para ver isto? E nem quero tudo para mim, basta-me uns 20% o resto era para combater o tão aclamado «deficit»…agora venham-me dizer como o outro – “ainda bem que aqui só à sardinha pá! Deixa-te disso…”

Pois…fica a sugestão…ou em americano “Sou…der eís de sojéston”


NOTA: Este texto de opinião não pretende de forma alguma atingir um gesto tão digno de respeito como a emigração. Tenho conhecimento próprio destas situações e sei que não é fácil nem uma decisão tomada de ânimo leve. Este texto (e como foi referido ao longo do mesmo) destina-se a criticar uma minoria que, na minha opinião, não é um modelo para a sociedade (defendo que um modelo social, ao existir, deve ser perfeito como tal, ninguém poderá jamais ter esse papel na sociedade, sendo esse uma projecção pessoal de cada um e daí o carácter pessoal desta intervenção)

7/26/2006

Não havia necessidade!


Parou tudo! Eu logo vi onde estazzz conversazz iriam parar, não é...quer dizer, falar de momentozzzz tão intimozzzz hum, num lugar tão público, hum.

Compreendo que o acto de…defecar, seja calmante, relaxante…mass daí a ser um lugar de cultura…francamente! Para quê atafulhar o nosso cerebrozito com essa coisa fútil, a cultura!
Não era mais produtivo ler a Cruzada, com textos religiosossss e passatempossss, inclusivamente tem um lugarzito para as piadas como aquela do Pancrácio…tanta piada tem esse moço…não é como aquele, o Fernando Calhau…esse também é outro dêmos em pessoa…mal criadão...

E quanto à educação, para quê meuss amigoss…não era muito melhor no tempo do outro senhor, ver as crianças com as fardazitasss, inocentesss e felizess na sua imcompetência…a cantar alegress slogansss saltitando…para quê esses examezzzês…valha-me Deus…

Ah o texto, sim, quer dizer, o texto até está poético, mass não achei nada bonito quando o jovem afirmou que num lugar tão dado ao pecado como o WC podemos, enfim, orar…só por causa de uma simples alusão ao todo-poderoso...

Qualquer dia vão me dizer que aquelasss casasss de…os baresss de…com mulheressss nu…nu…nu…não consigo…são lugaress de oração…só porque se houve a toda a hora “ai que deu…ai que deu…” e “ai meu, ai meu…”, não havia necessidade!

Quer dizer eu não sei, não é...quer dizer...eu nunca entrei nessezzzs antrozzz de perdição, essazzz casazz do démiosss...quer dizer...contaram-me...hein...um comu…comu…comun…is…tazzzê…contou-me…hum...
Ide, ide para junto de vossas mulheress...não andeis aqui pela internet onde se junta todo o pecado...ainda no outro dia procurava alegremente por contosss infantisss para ler na catequese...e deparo-me com relatozzz...de duass jovensss a...a...tocarem-se...e a...a...uma vergonha!
´
Juizinho meu rapazzz que eu não quero aparecer por aqui muitas vezeszzz hein?
Diacono Remédios (provedor do Blog)

7/24/2006

E tudo o autoclismo levou...

No outro dia dei comigo a pensar:

"No meio desta aldeia global em que cada hora são segundos, onde é que o ser humano encontra tempo para parar, reflectir e quem sabe...filosofar?"

Imediatamente olhei à minha volta. Estava numa divisão pequena, rodeado por mosaicos e pequenos utensílios de cerâmica.

À minha frente, um comum lavatório captava a luz de forma singular nas suas formas curvilíneas. Do lado esquerdo uma banheira branca transpirava limpeza e um estranho perfume a...gel de banho.

Inevitavelmente, do lado direito, um bidé em tudo semelhante ao lavatório mostrava-se disponível para o ritual de purificação das chamadas "partes baixas" (um nome bastante depreciativo, tendo em conta a importância desta região em todo o reino animal) e claro, sob o meu traseiro, uma confortável sanita, também ela a condizer com os restantes apetrechos.

Ai, como estava relaxado...naquele momento não havia pressa, pressão (salvo a necessária para...) ou qualquer outra preocupação que não fosse "será que o papel higiénico vai chegar?".

E assim lá estava, calmamente sentado no meu trono...sim, porque a casa-de-banho em tudo se assemelha ao trono dos grandes reis de outrora! Sentados na opulência, com o ceptro de pontas felpudas (vulgo, piaçaba) pronto a limpar a sociedade da imundice!

Mas não subestimem este momento! Não só permite o relaxamento, como é um vector da cultura! É que quando o ser humano se liberta, um crescente desejo pelo saber desponta dentro dele e até o mais básico dos seres se dedica à leitura:

  • -> do jornal "A Bola"
  • -> do rótulo do sabão azul,
  • -> dos pontinhos do papel higiénico (há quem diga que é um mapa das discotecas lisboetas em Braille),
  • -> do caderno económico do DN
  • -> da "Maxmen" de Fevereiro passado (atenção pode dificultar a evacuação)
  • -> do fantástico artigo sobre as actividades de recreio em fim-de-semana de D.Afonso Henriques (escrito pelo incomparável José Hermano Saraiva)
  • -> Resumindo: Tudo o que estiver à mão...

É claro que pontualmente há quem organize o seu dia metódicamente, o que lhe permite despachar certas obrigações neste momento de grande concentração, como por exemplo:

  • -> Preencher o IRS
  • -> Preparar discursos
  • -> Legislar Leis

ou mais recentemente,

  • -> Preparar o enunciado dos exames para o Ensino Secundário

Claro que estes são apenas pequenos exemplos, porque existem inúmeros, mas se ainda não está convencido da importância deste momento lembre-se onde estava Arquimedes quando descobriu a correlação entre áreas, comprimentos e volumes? Onde estava Zé Cabra quando criou aquela pérola da música portuguesa? Onde estava George W. Bush quando decidiu atacar o Iraque? Pois claro, na casa-de-banho!!!

Podemos até ir mais longe e verificar que o momento da evacuação pode mesmo ser um momento de oração...quem nunca soltou um "Ai meu Deus" numa situação mais apertada?

Por isso lembrem-se, da próxima vez que se servirem dos sanitários, levem um bloquinho de folhas brancas...

...nunca se sabe quando o papel não chega...

7/16/2006

Inauguração


Olá caros leitores.
Hoje dá-se o inicio, o começo...a estreia...o nascimento...o...
Ok já deu para perceber...é hoje postado o primeiro...post (passo a redundância) deste blog informático.

Como sempre...convém fazer uma introdução para dar a conhecer as minhas intenções (eu sei que não estou a pedir a mão - ou seja o que for - de ninguém em casamento, mas bolas...ao menos ficam a saber o que raio estou eu aqui a cheirar).

Pois bem, muitos (honestamente - poucos) de vocês conhecem o meu outro blog...

Esse espaço dá voz à minha alma romântica, sincera, harmoniosa, por vezes triste. Mas como a vida é feita não só de sorrisos mas também de estridentes gargalhadas decidi criar este blog e dar voz às minhas indignações, teorias, pensamentos...sempre com o tom cómico e bem disposto que me caracteriza no dia-a-dia.

Além disso, posso confirmar a presença assídua de Diacono Remédios (personagem criada por Herman José), que zelará pela manutenção da moralidade e bons costumes neste espaço.

Pois bem, aguardem pelos próximos posts e lembrem-se:






Não havia necessidade!